O Console mais caro do mundo é o Wii de ouro e diamantes
O console mais caro do mundo não é nem o Playstation 3 e nem o Xbox 360 mas sim este Wii que tem 2,5 quilos de ouro 22 quilates e é cravejado de 78 diamantes. Seu preço é nada menos que 300 mil libras esterlinas se for calcular em reais é quase 1 milhão ou seja muita grana mesmo.
Apelidadas de Wii Supreme, há apenas três cópias no mercado, fabricadas pela inglesa Stuart Hughes, cuja razão de existir é revestir gadgets do metal dourado. Em sua galeria, ela exibe versões de celulares da Nokia, iPhones e iPods para quem quer se destacar na multidão.
Outra vítima da fabricante foi o Playstation 3, que ficou um pouco mais barato que o Wii – com uma etiqueta de 200 mil libras – por ter 1,6 quilo de ouro 22 quilates e 58 diamantes.
A única preocupação de quem comprar essas preciosidades será o que fazer com os consoles.Com um desses não dá nem pra jogar porque se não vai que arranham?
Fonte: Info
Dez anos de The Sims
É galera um dos jogos que mais vendeu no mundo é inclusive uma das maiores franquias de game para PC está de parabéns completa hoje dez anos.The Sims conseguiu atingir pessoas de todas as idades. As vendas mostram a aceitação do publico. A franquia já atingiu cerca de 125 milhões de cópias vendidas, arrecadando mais de 1.6 bilhões de dólares.
Para ter uma idéia, grandes filmes de Hollywood como a trilogia de Matrix e Titanic ganharam respectivamente 1.4 e 1.8 bilhões de dólares.
The Sims 3 já vendeu 4.5 milhões de cópias desde seu lançamento, sendo o jogo mais vendido de PC em 2009.
“Durante dez anos, o que parece uma eternidade no mundo jogos, The Sims tem sido um líder. Não há concorrentes” segundo Tim LeTourneau dos estúdios de The Sims. Ele ainda acrescenta “Ninguém está fazendo o que fazemos. A prova é que o game que saiu a dez anos continua a crescer e se desenvolver. É um jogo que permite aos jogadores contar sua própria história em um incrível mundo virtual de sua própria criação. Para mim, o que faz o jogo estar a tanto tempo no mercado é a capacidade que ele tem de criar um reflexo do jogador.”
The Sims
The Sims 2
The Sims 3
Fonte: Game Vicio
PS3 portátil?
É de causar espanto, mas um modder acabou de criar uma versão do PS3, porem por incrível que pareça "portátil". Mas não é do jeito que você está pensando. O que ocorre é: um aparelho, wireless, que transmite as imagens do console, logo obviamente precisa-se de um PS3, contudo você não precisa de uma televisão, ou mesmo ficar muito perto do video game.
A pequena e interessante novidade, vem com uma pequena tela LCD de 5 polegadas widescreen, suporte para fones de ouvido USB, e usa uma bateria recarregável. O vídeo demonstração liberado pelo modder denominado "techknott", muito conhecido em fóruns internacionais por fazer vários tipos de "consoles em miniatura", mostra o portátil rodando, o mais que popular blockbuster da Activison, Call of Duty: Modern Warfare 2, no PS3 Wireless.
Confira a baixo o vídeo liberado:
Fonte: Gamevicio
Veja quais são os riscos de desbloquear seus eletrônicos

É galera tem que pensar bem antes de desbloquear seu eletrônico,pois o desbloqueio pode deixá-lo vulnerável em alguma área.
Muitos eletrônicos especialmente consoles de videogame e outros gadgets podem ser desbloqueados. Mas por que o desbloqueio torna esses dispositivos possíveis alvos de ataques? Entenda alguns motivos
Os eletrônicos se assemelham cada vez mais a computadores. Possuem componentes genéricos que podem realizar uma infinidade de tarefas, como qualquer PC. No entanto, o fabricante do hardware geralmente deseja que o equipamento seja utilizado de um modo pré-determinado. O bloqueio é exatamente a tecnologia empregada para impedir que o aparelho realize tarefas para as quais ele não foi projetado.
O bloqueio é uma limitação que interessa ao fabricante ou fornecedor do dispositivo.
No caso do iPhone, o bloqueio serve para garantir que o celular da Apple seja usado apenas com operadoras de telefonia específicas. Essa capacidade é muito relevante na hora de negociar os contratos envolvidos na venda do produto.
Em videogames, o bloqueio serve para evitar o uso de jogos piratas. Como a fabricante do console recebe parte da receita de jogos, e hoje alguns consoles são vendidos até abaixo do preço de custo justamente com a expectativa dessa receita, é muito interessante que apenas games originais sejam comercializados. O bloqueio também impede que produtores independentes comercializem seus jogos sem autorização, garantindo o negócio permaneça sob o controle.

As operadoras de telefonia realizam um bloqueio diferente nos celulares, que impede o funcionamento de chips de concorrentes. Novamente, o bloqueio interessa a alguma empresa, neste caso, à operadora. Os fabricantes enviam estes telefones para as operados sem nenhum bloqueio ou restrição, porém, por não contarem com os subsídios da operadora, custam mais caro. A ideia das operadoras é que a mensalidade e as chamadas feitas pelos clientes paguem a oferta do telefone a um preço reduzido, semelhante ao que acontece com os desenvolvedores de consoles que apostam na venda de jogos.
Além do bloqueio de operadora, como o de qualquer outro celular, o iPhone (e o iPod também) possuem um bloqueio como o dos consoles: somente aquilo que é autorizado pelo fabricante – no caso, a Apple – pode ser executado no aparelho. Porém, o iPhone e o iPod são capazes de muito mais que isso, o que levam usuários interessados a criarem mecanismos de burlar esta restrição e é isso que é o desbloqueio.

Exceto no caso de celulares com SIM lock (bloqueio de chip), onde não há risco nenhum de ter o aparelho desbloqueado, o destravamento permite que diversos “recursos” adicionais sejam habilitados. No caso dos consoles, é possível usar não apenas jogos piratas, mas também jogos “independentes”, emuladores e, em alguns casos, reproduzir DVDs de qualquer região, MP3 e outros utilitários que não são por si só ilegais.
Mas, ao ter essa liberdade, o número de possíveis problemas aumenta. Há um cavalo de troia que danifica os consoles portáteis PSP da Sony e o DS da Nintendo, por exemplo. Essas pragas só podem ser executadas por meio do uso de alguma técnica que retire a limitação imposta pelo fabricante.
No caso do iPhone, o desbloqueio, também chamado de jailbreak, permite a execução de aplicativos não-autorizados. Com isso, torna-se possível a criação de vírus – o que normalmente não é possível, exceto pelo uso de alguma brecha de segurança. Foi o que aconteceu no caso do primeiro “vírus” inofensivo criado para o aparelho.
Já os iPods podem até rodar Linux depois de destravados. Um vírus-conceito chamado Podloso foi criado para mostrar que o tocador de música digital também pode sofrer ataques.

No entanto, o desbloqueio não é comum o suficiente para tornar essas plataformas alvos de criminosos de verdade. Quem destrava o aparelho, apesar da sua proibição pelo acordo de licença que acompanha os produtos, aproveita as vantagens. “O iPhone sem jailbreak não tem a menor a graça!”, afirma o tecnólogo em automação industrial Renato Victor Mejias, de 23 anos, que tem um iPhone há 7 meses.
Mejias destaca as vantagens de ter desbloqueado seu celular da Apple. “Posso usar o bluetooth com outros aparelhos, posso usar programas gerenciadores de arquivos, instalar aplicativos de terceiros que não estão na Apple Store... Antigamente, a Apple não liberava envio de MMS, então era necessário desbloquear o aparelho para poder enviar as mensagens. Com o firmware 3.0, no entanto, isso foi liberado. Posso usar meu iPhone como modem, posso instalar aplicativos para pode fazer gravações com a câmera [a câmera do iPhone nativamente só tira fotos] e carregar páginas em Flash”.
Ele diz não ter medo de vírus, pois “prefere correr o risco a ter um dos melhores aparelhos do mundo com todas as limitações impostas pela Apple” e opina que a companhia de Steve Jobs deveria conversar com os donos de iPhone para chegar a um consenso. “Espero que um dia Apple faça uma pesquisa de mercado com seus usuários para ver que o número deles que pedem o desbloqueio é grande, e estude soluções viáveis para agradar a todos os donos do iPhone e eles como empresa”.
De qualquer forma, as chances de ser infectado por um desses vírus é muito pequena. Os ataques costumam ser bem localizados e, para ser atingido, será necessária uma dose de azar. Os vírus para esses eletrônicos desbloqueados têm uma dificuldade muito grande de se espalhar, quando tentam. Por enquanto, desbloquear é uma prática segura, mas é necessário estar ciente dos riscos para evitar qualquer problema.
Fonte: G1
Estudantes de Bauru viram empresários com game de sustentabilidade
Todos que conversam com Túlio Soria não imagina que o jovem de 22 anos já é um empresário de sucesso na indústria de videogames brasileira.Ao lado de mais dois colegas de faculdade, ele comanda seu próprio estúdio de desenvolvimento de jogos, lançou um game no exterior e produz um título exclusivo para o iPhone. Agora, ele se prepara para trazer ao Brasil a versão em português do principal título de sua produtora, “City rain”, jogo com foco na sustentabilidade que será lançado no SB Games, Simpósio Brasileiro de Jogos e Entretenimento Digital, que ocorre no Rio de Janeiro até este sábado (10).
O jogo é vendido por meio de download e custa US$ 9,95. Por enquanto, a versão é em inglês. O game em português estará disponível a partir de segunda-feira (12) pelo mesmo preço.
“City Rain”, um game com temática educacional, mistura dois jogos bastante conhecidos dos gamers: “Tetris” em “Sim city”. O primeiro é um game que tem como objetivo encaixar peças com formas geométricas variadas e formar linhas cheias para fazer com que elas sumam da tela. Foi criado pelo russo Alexey Pajitov em 1984. O segundo, desenvolvido pelo designer americano Will Wright em 1989, coloca o jogador no papel de prefeito de uma cidade.

A mistura que originou “City rain” também exige que o jogador seja o prefeito de uma cidade, focando na criação de um ecossistema auto-sustentável. A diferença é que “peças” como casas, escolas, shoppings, aterros sanitários e indústrias caem do céu e é preciso pensar rápido para colocá-las no lugar certo sem prejudicar a natureza.
Longa história
Até chegar a ser comercializado, o jogo criado por Túlio e mais dois amigos, Guilherme Camargo, 23 anos, e Rafael Fantini, 22 anos, hoje sócios da empresa Mother Gaia Studio, passou por um longo caminho. “A nossa intenção era desenvolver um projeto para ganhar notoriedade e dinheiro para abrir uma empresa própria”, explica Túlio. “A solução foi entrar em competições de desenvolvimento de jogos como a Imagine Cup”.
A competição anual de tecnologia é organizada pela Microsoft e premia os melhores projetos desenvolvidos por estudantes no mundo todo.
O grupo de estudantes da Unesp-Bauru foi o primeiro lugar na edição 2008 da Imagine Cup com o jogo “City rain”, embolsando US$ 25 mil. O dinheiro foi usado para montar a empresa na cidade e tornar o game um verdadeiro negócio. “Trabalhamos durante finais de semana e feriados para melhorar nosso jogo”, conta Túlio. “Durante quase um ano, ficamos encubados em outra empresa, a MStech, para aprender a lidar com questões empresariais. Em abril deste ano, fundamos nossa própria produtora”.
A parceria com um grande banco brasileiro deu ainda mais gás aos estudantes. Eles desenvolveram uma versão do título para o site do banco e um jogo para ensinar jovens a cuidar do seu dinheiro.
Com o investimento para melhorar “City rain”, o grupo viajou até São Francisco, nos Estados Unidos, para participar do Independent Game Festival, competição mundial de jogos independentes. Eles não venceram, mas conseguiram colocar seu jogo em um grande site de games internacional para ser vendido por meio de download. “O game ganhou destaque durante a competição, mas depois de um tempo as vendas caíram. Assim, procuramos apoio para fortalecer o marketing do ‘City rain’”, afirma Túlio. “Foi quando fechamos uma parceria com a empresa canadense Ovolo Corporation. Aí, tudo começou a melhorar”.
Em busca do sucesso
O negócio fechado em março deste ano transformou ‘City rain’ de um excelente jogo feito por universitários em um excelente game casual feito por uma grande empresa. A Ovolo mudou o logotipo de “City rain”, melhorou os gráficos do jogo, colocou trilha sonora feita por um profissional e criou uma história e missões entre as fases para cativar os jogadores.

“Agora, você faz parte da corporação Rain que luta contra uma empresa rival que está poluindo o meio ambiente”, explica o jovem empresário. À venda desde o início do ano no site da Ovolo, ‘City rain’ alcançou boas vendas, embora a Mother Gaia não divulgue as informações. Entretanto, por ser em inglês, o sucesso se concentrou na América do Norte e na Europa.
O lançamento em português no SB Games ocorre em um momento que os jovens estudantes-empresários de Bauru analisam o mercado de games nacional. Entretanto, o evento não tem o apelo comercial desejado por eles. “Infelizmente, é o maior evento de videogames no Brasil. Ele é muito focado no desenvolvimento e pouco comercial. É difícil fechar negócios com alguma empresa lá”, lamenta Túlio. “Há, ainda, o problema da pirataria no país. Por isso, não estamos preocupados com as vendas aqui. Sabemos que muitos comprarão ‘City rain’, mas o jogo, certamente, será pirateado.” Infelizmente a pirataria acaba sendo um meio de divulgar um jogo no Brasil.
O estúdio Mother Gaia já trabalha com os olhos no futuro. Nas próximas semanas, eles lançarão “Sophie’s dreams” para o iPhone. O jogo do gênero de plataforma, aos moldes de “Super Mario bros.” coloca o jogador na pele de Sophie, que está perdida em um mundo de sonhos onde ela deve sair através de cartas que são encontradas nos cenários.
Há, também, outro projeto no qual os jovens de Bauru trabalham atualmente. Mas como uma grande produtora internacional de jogos (o Mother Gaia Studio conta com 12 profissionais no total), eles não revelam nada sobre o novo trabalho. “Revelaremos quando for comercialmente viável para nós”, diz Túlio.
Os jovens estão na etapa final da seleção da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), órgão ligado ao Ministério da Ciência e Tecnologia. Caso sejam os vencedores, ganharão um investimento de R$ 120 mil para continuar com o objetivo de sua empresa: fazer jogos educativos que ensinem. Assim, no ano letivo de 2010, poderemos ver ‘City rain’ sendo usado para ensinar alunos das escolas brasileiras a ter noções de sustentabilidade e cuidar da natureza.
Fonte: G1














